Imãos e o Feto - O sobrinho Capítulo 1

28 de out. de 2009


Capítulo 1
Meu nome é Christophe Cookh, mas prefiro ser chamado de Chris, prefiro assim pois não quero lembrar que foram aqueles miseráveis que me deram esse nome.(meus pais)
Jennifer Cookh minha mãe, uma mulher que gerou um feto odiado pelo marido e por ela própria, aquela criança não tinha nada a ver com a história, nem se quer tinha vivenciado uma, era vista como um monstro.(eu)
Jefferson Cookh meu pai,um homem frio, mal,que sentia o prazer de alimentar nas pessoas, especialmente em mim,o ódio. Mereceu o fim que teve...
Eu sempre suspeitei que havia alguma coisa errada no passado dos meus pais,minha mãe sentia ódio do meu pai, e meu pai não sentia amor por ela, ele só queria ter um objeto sexual fixo, pra quando tivesse cansado das suas amantes na rua, minha mãe olhava pra ele intimidada, com muito medo, muito medo mesmo.Mas eu sempre me perguntei porque ela não saía daquela vida, ela tinha 30 anos, era nova ainda. Só não sei se ela me levaria, pois ela tem um enorme desprezo por mim, eu pareço um motivo de grande sofrimento, de desgraça. Nas escola, dia de reunião de pais e mestres, todos os meus coleguinhas perguntavam porque nem meu pai nem minha mãe iam nas minhas reuniões, eu sempre disfarçava e mudava de assunto, pra não ter que dizer que meu pai era um homem ruim e que por ele eu poderia morrer,e não ter que dizer que a minha mãe vive pelos cantos chorando,sofrendo e que também não dá a mínima pra mim. Eu não sei porque vivo, se não tenho motivo pra viver, sou um adolescente triste.
As vezes eu me sinto outra pessoa, parece o instinto do meu pai aflorando na minha pele,me olho no espelho e vejo aquele rosto sujo, olhar impiedoso e maligno.Algo dentro de mim se transformava.E era nessa hora que todo o desprezo a mim dado por minha mãe, me despertava um ódio, um ódio que corroía por dentro, meu coração acelerava , minha veias pulsavam forte, e uma voz sussurrava no meu ouvido.(Mate_a)
Eu sempre conseguia me controlar, mas eu não sabia até quando, ser desprezado pela mãe e odiado pelo pai me fazia ter vontade de morrer.
Eu não tinha parentes próximos, até mesmo porque as famílias do meu pai e da minha mãe eram de outra cidade, e o pouco que eu sabia do passado da minha família era isso, mas sempre quando aquele instinto vinha sobre mim, a voz tentava me dizer algo, mas eu não entendia, ela sempre sumia depois de falar:
- Seu pai e seu tio, sua mãe e sua tia ...
Capitulo 2

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