Auto-suficiente

31 de dez de 2010

Poderia começar dizendo,

se não tivesse começado sentindo um angustiante aperto no peito.

Haja base, para que esconda eternamente a face da verdade,

haja batom para que esconda completamente um sorriso sínico.

Você me ofereceu coração enquanto, no seu peito só restava vazio ,

você se ofereceu à mim intereimente enquanto, de você só restava caquinhos.

Esse capítulo é repetido e, não vou vê-lo novamente,

protagonizarei novamente... não mais !

Talvez um dia você veja que suas convicções não te fazem auto-sufiente o bastante e,

que algo te faz falta.

O que você tem de melhor não reflete num espelho,

é até pouco visível e o que você tem de pior aparece para ferir e, o pior de tudo para viciar.

Meu bom-senso demorou para captar sua malícia mas, que culpa tenho eu se,

algo desconhecido em ti fez efeito em mim. Talvez eu só fui lenço pra ti,

quando seus olhos se encontravam lacrimejados,

talvez eu fui calor pra ti enquanto, o frio só fazia piorar sua solidão.

O lamento não será meu passa-tempo pois sei que antes de você,

os mínimos detalhes já me traziam alegria e hoje há vários ombros para dias chuvosos e,

vários corações em que me vejo dentro.

Não terás mais o que esconder de mim pois,

em mim não encontrará mais você ,

encontrará o mínimo para você. Boa Sorte !

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